quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Seres das noites






Vampiros nas noites, fantasmas perdidos, vidas nas trevas vagando, buscando encontrar descanso e um lugar de sossego. Roubado pela morte o descanso eterno esta tão distante.
Mortos ou vivos quem sabe? Mas eternos a percorrer as sombras, sem vê a luz, nem o dia, assim a noite eterna companheira, mas também agonia imensa.

De repente então se crava o punhal ao peito, coração acertado em cheio, talvez passe a tristeza e dessa forma assim a natureza volte a encontrar na cinza que somente restará.

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